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Os benefícios do Sistema Informatizado de Prescrição Médica

Os beneficios do Sistema Informatizado de Prescricao Medica

Devido a incidência de eventos adversos relacionados à administração de medicamentos, algumas organizações estudam a viabilidade da implantação de sistemas informatizados para reduzir custos relacionados a excesso de estoque, otimização de recursos humanos devido a retrabalhos e a segurança do paciente com a padronização do processo farmacêutico.

Segundo Bates e colaboradores, o sistema informatizado de Prescrição Médica (SIPM) com suporte à decisão, reduz erros sérios de prescrição de medicamentos em 55%, mediado por melhor comunicação, maior disponibilidade de informação, bloqueios para prevenir o uso de medicação, dose e frequência erradas e assistência com monitoramento.

Logo, as vantagens de um Sistema Informatizado de Prescrição Médica são:

  • Redução e/ou eliminação de riscos devido confusão com nomes parecidos de medicamentos;
  • Facilidade na integração do sistema de registros médicos e de suporte a decisão;
  • Rastreabilidade das prescrições e do prescritor;
  • Disponibilidade de informações e dados para capacitação e treinamentos;
  • Agilidade e rapidez de chegada da prescrição à farmácia;
  • Melhoria de processos com legibilidade da prescrição: eliminam os problemas de identificação com a escrita manual;
  • Parametrização de alertas de interação medicamentosa;
  • Otimização do tempo da equipe: médico, enfermagem e farmacêuticos.

Outros benefícios, estão relacionados a custo – efetivos:

  • Reduzir a super e a subprescrição;
  • Reduzir escolhas de medicamentos incorretos;

A instalação do Sistema Informatizado de Prescrição Médica inevitavelmente leva as organizações a reverem e padronizarem processos caóticos, o que tem suas próprias vantagens quanto à segurança.

O Sistema Informatizado auxilia as organizações que possuem queixas relacionados a prescrição manual:

  • Letra ilegível na prescrição com dados incompletos;
  • Falhas na identificação completa do paciente;
  • Ausência do número do prontuário, cadastro ou leito do paciente;
  • Ausência do setor ou quarto do paciente;
  • Falhas no registro da data da prescrição e a sequência do tratamento;
  • Ausência da identificação do prescritor: nome, número do CRM e assinatura;
  • Nome ilegível do medicamento;
  • Falhas no registro da concentração do medicamento, da dose e via da administração.

Diante dessas constatações e baseado nas necessidades de cada serviço, é preciso avaliar o custo benefício com a implantação do sistema, já que requer um investimento a curto e longo prazo. É preciso um estudo para levantamento das ocorrências de maior impacto na sua organização e o quanto isso impacta nos seus processos, nas pessoas e principalmente com a segurança do paciente.

Os benefícios são inúmeros, mas a escolha da aquisição não deve ser baseada no achismo. Para isso, vale a pena investir em tempo e recursos no estudo que mostrará um raio -x baseado nos seus processos, na sua realidade e conforme o perfil da sua instituição.

Fonte: qualidademais

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