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8 Princípios do Cuidado Centrado no Paciente, segundo o Institute of Medicine

O Cuidado Centrado no Paciente é uma prática em que o paciente (e seus familiares) participam das decisões que envolvem sua saúde. Assim, o atendimento profissional passa a ser personalizado de acordo com as vontades e demandas individuais.

Este movimento universal que implica na valorização do papel do paciente no cuidado tem sido amplamente debatido em estudos, e o Institute of Medicine definiu 8 princípios desta prática:

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Em oito anos, Brasil perde 34,2 mil leitos de internação no SUS

Nova análise do Conselho Federal de Medicina aponta queda acentuada de leitos do SUS, sobretudo nos últimos dois anos. Pediatria, psiquiatria e obstetrícia seguem como áreas mais comprometidas

A cada dia, cerca de 12 leitos de internação – aqueles destinados a quem precisa permanecer num hospital por mais de 24 horas – deixam de atender pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o Brasil. Só nos últimos dois anos, mais de oito mil unidades desta natureza foram desativadas, segundo informações apuradas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) junto ao Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), do Ministério da Saúde.

"Essa conta é a senha para distorções. Enquanto os gestores seguem fechando leitos em todo o País, milhares de brasileiros aguardam na fila do SUS para realizar uma cirurgia eletiva, conforme demonstrou estudo divulgado pelo no fim do ano passado", criticou o presidente do CFM, Carlos Vital. Segundo ele, as informações, que revelam o impacto do mau uso das verbas disponíveis e da má gestão administrativa do Sistema, serão encaminhadas para ciência e providências ao Congresso Nacional, Ministério Público Federal (MPU) e Tribunal de Contas da União (TCU).

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A hospitalização na perspectiva da experiência do paciente

O sucesso do atendimento depende da satisfação/confiança do paciente no profissional, bem como uma experiência positiva. Contudo, poucos estudos valorizam a participação do enfermo e apenas incluem dados clínicos para medir a eficiência de um hospital.

Por essa razão, uma pesquisa australiana resolveu investigar a perspectiva do paciente sobre a internação, entrevistando 20.000 pessoas hospitalizadas durante 6 meses. E foi assim que os pacientes se colocaram diante do sistema de saúde:

40% gostariam de ter maior envolvimento nas decisões sobre o seu cuidado.
18% receberam informações conflituosas de diferentes colaboradores.
14% sentiram que os profissionais falavam na frente deles, como se não estivessem lá.
Os dados evidenciam a necessidade de mostrar ao paciente que ele importa, moldando o conhecimento técnico dos profissionais às necessidades e vontades dos pacientes.

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Crise faz 3 milhões de brasileiros deixarem de pagar planos de saúde.

Sem emprego e tendo que arcar com mensalidades que sobem bem acima da inflação, classe média tem recorrido ao SUS ou custeado suas despesas.

O publicitário Luiz Sztutman, de 39 anos, pagava em torno de 200 reais por seu plano básico de saúde e, em pouco tempo, viu a mensalidade subir para 400 reais. Depois que deixou o trabalho fixo, a conta ficou pesada para ele. Vivendo como autônomo e sem carteira assinada, tomou uma decisão difícil: encerrou o plano e hoje tem seguro médico. Sua história é o retrato fiel de um problema que vem atormentando a classe média.

Nos últimos três anos, em decorrência do arrocho econômico, mais de 3 milhões de brasileiros deixaram de pagar o plano privado de saúde. Essas pessoas, na grande maioria, contavam com o seguro da empresa em que trabalhavam. Demitidas, não tiveram condições de contratar planos individuais ou familiares, bem mais caros que os coletivos oferecidos pelas companhias.

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A hospitalização na perspectiva da experiência do paciente

O sucesso do atendimento depende da satisfação/confiança do paciente no profissional, bem como uma experiência positiva. Contudo, poucos estudos valorizam a participação do enfermo e apenas incluem dados clínicos para medir a eficiência de um hospital.

Por essa razão, uma pesquisa australiana resolveu investigar a perspectiva do paciente sobre a internação, entrevistando 20.000 pessoas hospitalizadas durante 6 meses. E foi assim que os pacientes se colocaram diante do sistema de saúde:

40% gostariam de ter maior envolvimento nas decisões sobre o seu cuidado.
18% receberam informações conflituosas de diferentes colaboradores.
14% sentiram que os profissionais falavam na frente deles, como se não estivessem lá.
Os dados evidenciam a necessidade de mostrar ao paciente que ele importa, moldando o conhecimento técnico dos profissionais às necessidades e vontades dos pacientes.

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